Antonio Henrique Fernandes

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou Escrivão de Polícia, divorciado, 45 anos de idade, que adora ler e escrever, já com um livro publicado. Pai de uma menina linda de 13 anos que também ama ler.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

O fato de trabalhar como escrivão de Polícia durante quase trinta anos me ajudou muito nesse projeto de escrever, pois, comecei contando algumas histórias da minha vida em forma de crônicas em meu blog Navio Errante.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Criar…

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? 

Tenho sim, apesar que não é tão especial assim, posso escrever em qualquer lugar, mas é o local onde fica o meu notebook.

 

 

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

O meu gênero literário favorito é o policial, com algum tipo de mistério. Tem que ter investigação… meu lado policial mais exacerbado hehehehe. Mas consigo transitar por outros gêneros tranquilamente, basta ter um mote, ou ideia…

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O Hotel Vitória nasceu de um sonho, literalmente, foi meu primeiro livro publicado, e agora o segundo (até o presente momento) Férias de Verão, foi de uma necessidade de uma história baseada na antiga série Vaga Lume, uma história para a família toda, com valores e pura aventura. Título tem mais a ver com a história do que qualquer outra coisa e os nomes dos personagens, alguns são homenagens a amigos ou parentes.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Pesquisa de locais ou fatos históricos, dependendo do livro. Por exemplo, em Férias de Verão, pesquisei bastante sobre Paraty – RJ, local de ambientação do livro. Tem que ter alguma veracidade, ainda mais em uma cidade que realmente existe.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Um pouco em Agatha Christie e Artur Conan Doyle, nos livros policiais, para aprender a manter o suspense e criar uma ilusão sobre os acontecimentos. Quando escrevo terror, não tem outro que me inspiro a não ser Stephen King.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Ainda não. O primeiro livro Hotel Vitória eu tive que bancar, realmente tirei do bolso para que ele saísse do sonho e se tornasse realidade. Quanto ao segundo e terceiro (sim, o terceiro está em vias de negociação) não devo mais arcar com a taxa de publicação, somente os livros que comprarei para noite de autógrafos.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Gratificante ver que temos qualidade, mesmo em quantidade. É claro que ainda há barreiras para o autor nacional, e ainda temos que competir com os chamados “pseudos escritores”.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Que todos nós como leitores conseguimos filtrar aqueles que realmente merecem ser lidos.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Ainda é culpa das editoras. Que por sua vez pagam impostos altos e isso reflete no preço final do livro. Evidente que queremos vender e vender muito para conseguir ganhar algum dinheiro de retorno, mas isso no Brasil ainda é utópico. E o preço alto não permite isso.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Todos os que leio…

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

Ao menos um ainda pretendo escrever… chamará Deborah, que é o nome de uma música que simplesmente amo.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Gosto de todos os que leio, não tenho um que seja O LIVRO. A não ser que considere o primeiro: O Conde de Monte Cristo.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim. Sempre tenho projetos e estou trabalhando em boa parte deles. Passeando por alguns gêneros.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho e acho bem legal, pois é uma opinião que deve ser levada em consideração. São pessoas que leem e que podem ajudar a divulgar o seu livro, se o livro for interessante.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Difícil dizer, mas ficaria feliz com qualquer um que conseguisse ler um dos meus livros e gostasse.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Dois tipos de alegria: o primeiro – ser reconhecido como escritor e segundo – ser reconhecido por ter bons livros escritos.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Não desistam. Insistam, e persigam. O sonho só acontece quando se trabalha para ele acontecer.

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