Bom dia, Veronica – Andrea Killmore

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Uma obra nacional que deve ser lido por todos que gostam do gênero. Pergunto-me por que não li antes. Andrea Killmore já pode lançar outro livro, pois quero o mais rápido possível.

 Resenha: Em “Bom dia, Verônica”, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.

                 O cenário do livro é todo construído no Brasil, especificamente no estado de São Paulo. Um ponto positivo, pois me senti muito mais habituado ao ambiente, pois sou paulistano. Narrado em primeira pessoa conhecemos Verônica Torres, secretaria da policia.

Nas primeiras páginas somos apresentados ao dia-a-dia da protagonista, até que ela presencia uma tentativa de suicídio que acabou na morte de Marta. E em sequência ao telefonema de outra mulher que liga por socorro.

Instigada a desvendar os dois casos, Verônica decide mostrar seu potencial ao iniciar as investigações dos os dois casos de forma sigilosa. Se envolvendo por completo, ela descobre que a cada pista, ela está se arriscando cada vez mais, pois isso pode ser sua morte.

Com isso o livro segue em um ritmo totalmente dinâmico, onde os capítulos são intercalados, pela narrativa da protagonista e pela mulher que ligou pedindo socorro. Me surpreendi com tudo que é apresentado, pois com nuanças de mistérios, a autora escreve sobre o lado sombrio das pessoas a nossa volta e isso torna a leitura incrível.

O livro possui um final surpreendente, que me fez mudar de ideia a cada página lida, um clímax vai surgindo e você só percebe que está lendo um livro quando a história acaba me deixando completamente arrasado. E confesso que faz tempo que não ansiava para que um livro não acabasse.

Escrito por Andrea Killmore, um pseudônimo de um (a) autor (a) anônimo (a), como disse a editora, sua verdadeira identidade deve ser mantido em segredo. Dando mais um ar de thriller para o livro. Com 256 páginas, “Bom dia, Verônica” foi lançado em 2016 pela Darkside.

Dei 5/5 estrelas no meu skoob, pois como já deve ter percebido, eu o achei perfeito em tudo. E já estou ficando louco para ler outro livro dessa “autora” que ganhou meu coração já nas primeiras dez páginas de leitura.

Novamente a editora traz uma ótima edição, onde a diagramação está bem posicionada, sendo perfeita para o leitor, mas eu não gosto do tipo de material usado na capa, à textura emborrachada é horrível para segurar o livro, além de que depois ele fica completamente marcado com as impressões digitais.

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