1. Fale-nos um pouco de você. 

Moro no Rio de Janeiro e, como costumo dizer, estou sempre com o nariz enfiado nos livros e a cabeça nas nuvens.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou bacharel em Letras e especialista em Literatura. Como leitora voraz, senti vontade de contar minhas próprias histórias.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Inventar novas vidas funciona como um processo terapêutico.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Uso um quarto de casa como escritório. É um espaço muito acolhedor, que estou sempre renovando conforme minhas necessidades.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Meu principal gênero é literatura erótica e lancei o livro “Heloísa, uma mulher”, em 2019. A experiência com as antologias tem sido muito boa, pois estou passeando por vários gêneros literários: poesia (“Poesias para Apaixonados”), conto erótico (“Love”), conto lírico (“Super Mulheres”), conto romântico (“Um Clichê para Recordar”) e, agora, contos infantis, com essa antologia “Contos de Ninar”.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Na minha vida e nas minhas leituras.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Nenhuma pesquisa específica.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Nenhum em especial, mas todos os livros já lidos funcionam como inspiração de alguma forma.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

O livro que publiquei foi por conta própria, além do envio de contos para antologias. O mais difícil nem é a parte da publicação, mas sim da divulgação. Não é fácil tornar o trabalho como autor conhecido.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Não acompanho muito os lançamentos recentes, fico mais concentrada nos clássicos, mas acho que há muitos autores surgindo, com oportunidade de compartilhar os seus trabalhos.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Quanto mais livros, melhor. Todos têm o seu público.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

O preço é elevado, mas há muitas promoções, além da possibilidade de recorrer aos sebos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Sendo bem pretensiosa, “Hamlet”, de Shakespeare.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

A ópera “Tristan und Isolde” de Richard Wagner, que mistura a sensualidade da paixão ao amor romântico. É esse sentimento que gostaria de passar com meus textos.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Tenho vários “livros da minha vida”. Posso citar “Don Quijote”, de Cervantes, sempre especial, ou as poesias de Álvares de Azevedo, que marcaram muito a minha vida.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, gostaria de seguir escrevendo. Espero concluir um livro de poemas e crônicas até o fim do ano, e mais um romance erótico.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Sigo alguns perfis no Instagram e gosto de ver tanta gente nova falando sobre livros.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Não tenho ninguém em mente.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

A maior alegria de um escritor é ser lido.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

O mundo dos livros é maravilhoso, e a arte (incluindo a literatura) é o que faz a vida valer a pena.

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