João Paulo Nardachione

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  1. Fale-nos um pouco de você.
    Meu nome é João Paulo Nardachione, 27 anos.
  2. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou advogado atuante, mas escrevo por hobbie desde 2009, principalmente contos de terror/horror e suspense. Minhas inspirações vieram desde a infância, nos filmes e livros de autores, como Stephen King, Edgar Allan Poe, H.P. Lovecraft, entre outros. Devo muito a eles por despertarem em mim essa vontade de me expressar por palavras e também buscar a participação do leitor, pois procuro fazer sempre uma história imersiva, com finais que trazem reflexões ou sejam surpreendentes.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Com certeza, a melhor coisa em escrever é poder colocar para fora algum sentimento que tenha certo potencial criativo. Além disso, a escrita continua é algo que potencializa e faz melhorar dia-a-dia a forma com que a fazemos.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever?

    1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

    Meu gênero preferido é o horror/terror/suspense. Eu adoro imaginar as situações e pensar nas reações dos personagens a tudo aquilo.

    Nunca tentei outros gêneros porque ainda não veio inspiração para tal, mas nada impede que no futuro surja algum conto/livro nesse sentido.

    1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens? 

    Possuo outros contos não publicados, que reservo certo carinho e pretendo publica-los um dia.

    Geralmente, minhas inspirações partem certas imagens que surgem na minha cabeça, sobre determinados personagens e determinadas situações. Muito do que escrevo começa com o popular “e se…”, como exemplo “e se um hipnólogo mergulhasse tão fundo dentro da própria mente e conhecesse a camada mais profunda já alcançada…”. Isso não é poético, é puramente fictício, mas tem o potencial criativo que eu gosto.

    1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

    Minha pesquisa, basicamente, é feita num bate-papo com meu irmão, Heitor Nardachione, e meu amigo Thiago Moraes Galloro, que são bem críticos e imparciais com aquilo que escrevo.

    Quando preciso me situar em datas, o google é um grande aliado, mas evito usar internet quando começo a escrever para não dispersar.

    1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

    Sem dúvidas, o autor que mais me inspiro é Stephen King. Depois que me tornei adepto de seus livros, mudei completamente minha forma de escrever e sentir a história.

    1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

    É a primeira vez que fui atrás de publicar algo que escrevi. Fiz uma pesquisa no google sobre o assunto e foi aí que surgiu a arca literária.

    1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

    Por mais que existam diversos autores nacionais, com escritas maravilhosas, sinto que falta incentivo governamental neste sentido, ainda mais por tratar de cultura.

    A exemplo disso, o alto custo para se publicar um livro independente. Um subsídio neste sentido seria ótimo para que autores de todas as classes sociais pudessem publicar suas obras.

    1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

    Não costumo acompanhar escritores nacionais, mas acho ótimo que tenha ocorrido este “boom”, pois se o incentivo não vem de fora, então que seja de nós mesmos.

    Após conhecer a Arca Literária, espero ter mais contato com escritores brasileiros e poder acompanhar mais de suas obras.

    1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

    Não acho que os preços dos livros são elevados, no geral. Devemos levar em conta o trabalho despendido pelo escritor, pela editora, entre outras pessoas envolvidas que dependem deste dinheiro para sobreviver. É claro que o valor do livro também se compõe do hype, mas não acho certo olhar apenas do ponto de vista do consumidor.

    É possível diminuir o valor de compra dos livros? Acredito que sim, mas acho que a pergunta deve ter uma resposta mais relativizada.

    1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

    Gostaria de ter tido a ideia de Tolkien quando escreveu “O Senhor dos Anéis”.

    1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria?

    No Quarter – Led Zeppelin.

    1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

    Na verdade, eu considero a série “A Torre Negra” como sendo os livros de minha vida.

    A história é cativante, os personagens mais ainda, misturados em uma aventura épica.

    1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

    No momento estou iniciando estudos sobre escrita para melhorar sempre mais. Inclusive, estou considerando iniciar um projeto para aumentar a imersão aos leitores dos meus contos, mas não posso adiantar muita coisa.

    1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

    Sim, acompanho muito no YouTube algumas “reviews” de livros, principalmente para saber qual foi a interpretação de outras pessoas sobre a mesma história que li.

    Acho ótimo este exercício, pois me ajuda a expandir o entendimento e descobrir novas formas de ponto de vista.

    1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

    Stephen King, sem sombra de dúvidas.

    1. Qual a maior alegria para um escritor?

    Eu acho que a alegria para um escritor começa em conseguir terminar um conto com um final satisfatório. Mas, na minha opinião, a maior alegria é poder ouvir do leitor que ele sentiu as sensações que o escritor quis passar com sua história.

    1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

    Espero que apreciem os contos desta Antologia, em especial O Laus, que escrevi com inspiração diferenciada. Espero que um dia você, leitor, e eu possamos bater um papo sobre ele.

    Aos que estão iniciando no mundo da escrita, digo para não desistirem e procurem sempre escrever nas horas vagas, pois muitas ideias podem surgir de uma junção de pensamentos.

    Grande abraço e boa leitura.

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