Léia Fernandes

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou Capixaba, mas desde os cinco anos moro em Minas gerais, cresci lendo Almanaque da Turma da Mônica, junto com uma amiga. Sempre gostei de ler, na escola batia recorde nas fichas da biblioteca. Por aonde vou, tem sempre um livro na bolsa e sempre que surge um tempinho, lá estou com a cara enfiada no livro. Na adolescência escrevia poemas e frases aleatórios e os guardava, mas foi somente no final de 2015 que por meio de me uma amiga que me via sempre com um livro na mão, me desafiou a escrever, resolvi colocar no papel as ideias que consumiam minha mente. Desde então, tomei gosto pela escrita e não pretendo mais parar. Quero me desafiar e abordar outros temas.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sou funcionária pública, trabalho na portaria de uma UPA. Acho que a inspiração sempre esteve presente em mim, mas foi por meio de uma brincadeira que o primeiro livro saiu.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

É poder inventar finais felizes onde seria improvável. E o retorno do leitor é impagável, não a nada melhor do que o feedback de quem leu o que escrevi.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Infelizmente ainda não tenho por falta de espaço, às vezes escrevo à mesa da cozinha, outras em uma mesinha improvisada no quarto e por aí vai.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Romance erótico com uma pitada de drama. Estou tentando me aventurar em Suspense.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

Meu lugar é ao seu lado foi inspirado em uma amiga, não é a vida dela, mas me baseei em seu estilo de vida para construir a personagem.

Tentei não te amar a ideia surgiu enquanto eu trabalhava, corri e fui anotando as ideias que surgiam ao longo do dia, depois foi mais fácil concluir.

Deite em meus braços foi baseado na quantidade de feminicidio que vem acontecendo ultimamente, serve de alerta para que as mulheres que sofrem algum tipo de abuso devem sim denunciar e não se calar. Construí uma personagem que a princípio era submissa, até entender que o amor próprio é o mais importante de todos os amores.

Me inspiro em músicas para títulos, já para os nomes dos personagens, alguns já nascem com nomes, outros eu pesquiso os nomes.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Eu penso no tema em que vou escrever, aí pesquiso em sites, e se possível, colho depoimentos de pessoas que já vivenciaram algo parecido.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Sim, me inspiro em muitas autoras, não citarei ninguém, pois, são muitas e se eu me esquecer de alguém, não me perdoarei.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Todos os meus livros foram publicados de maneira independente. E foi super tranquilo para mim.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

É um meio que está crescendo dia após dia, e acho que tem bastante espaço para todo mundo.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Existe dentro de todos nós um escritor, tem gente que ainda não conseguiu colocar para fora todos os seus anseios, outros, têm mais certeza de que quer e a escrita flui. A dica é não desistir de tentar e acreditar que sonhos são sim possíveis.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

O livro nacional é caro porque tudo em nosso país é caro, falta apoio e incentivo do governo quanto à leitura.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Ainda não teve nenhum.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Gosto muito de sertanejo universitário e uma dupla que escolheria seria Henrique e Juliano, música Arruma um cantinho. Acho que tem tudo a ver com meus persoangens.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Não.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, estou escrevendo um livro novo, ainda sem título e sem sinopse. É sobre um policial que luta para encontrar os culpados pela morte da irmã, e no meio do caminho ele se apaixona por uma das vítimas.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não costumo acompanhar, quando vejo algo, costumo me abster e me manter neutra. E se a crítica for sobre mim, tento buscar o lado bom disso, toda crítica serve de aprendizado para que erros não se repitam.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Nana Pauvolih

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

O retorno do leitor, não a nada que se compara quando alguém diz: Eu li seu livro, meu coração explode de alegria.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Eu gostaria de agradecer o carinho de cada leitor, vocês são o que me motiva a persistir e escrever coisas novas todos os dias.

E queridos amigos escritores, a caminhada é longa e árdua, mas não parem no meio do caminho, desistir não é opção, lembrem disso.

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