Maykow Ivo de Brito (Pseudônimo: Debrittus)

0
292

 

  1. Fale-nos um pouco de você.

Sou natural da cidade de Ipatinga constituída de uma população de aproximadamente 261.000 habitantes, cidade que fica na região leste do estado de Minas Gerais, sou formado em Técnico em Processamento de Dados e trabalho em uma siderúrgica exercendo minha profissão, nasci no dia 29 de setembro de 1975, venho de uma família de quatro irmãos, sendo o terceiro, sou casado e sou pai de um casal de filhos gêmeos.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Sempre gostei muito de escrever, mas nunca tive a intenção de virar um escritor ou publicar um livro ou algo parecido, mas foi graças a meus filhos que essa vontade brotou em minha alma e coração e resolvi me dedicar e alçar voo sobre essa carreira. Antes de começar a escrever assistia com muita frequência a series de TV, filmes e futebol, depois mudei meu habito e passei a dispor de um tempo maior para ler e para o desenvolvimento dos meus originais e criação de contos.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Liberdade de criar personagens e temas que a mente permitir e viajar por todos os lugares. Poder criar algo novo e inédito conseguindo deixar o leitor com aquela sensação de querer mais ao chegar ao final do livro.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Na maioria das vezes quando estou deitado que me vem às ideias, por isso sempre deito na rede na varanda de casa e deixo a imaginação fluir, aproveito e deixo uma caneta e caderno próximo e faço um resumo, rascunho do sumario e depois vou repassando tudo para o computador.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Gosto muito de escrever no gênero narrativo (conto, crônica e romance), mas com o tempo pretendo aprender e desenvolver outros gêneros.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O livro foi uma forma de homenagear meus filhos que adotei quando os mesmos tinham dois anos de idade e o que começou com uma simples brincadeira com o tempo resolvi me dedicar e virou um projeto de vida que graças a Deus tive o privilegio e a satisfação de realizar.

O título resume bem toda a história que é narrada e nasceu de forma bem natural: Adoção, uma história de vida.

Procurei transmitir no livro todas as passagem e etapas do processo de adoção: as alegrias, dificuldades, dramas e emoções vividas, alguns erros que ocorreram, mas que em nada modificou o amor pelos meus filhos.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Falar sobre adoção há alguns anos atrás seria impossível para mim, mas desde o momento em que decidir adotar comecei ler bastante a respeito e o que mais me chamava atenção nos livros era que em quase todos eles os pais diziam que quando encontravam a criança era amor à primeira vista.

Depois que adotei várias pessoas fizeram essa pergunta!

Em relação à reposta hoje entendo que existem duas etapas no processo de adoção e a maioria das pessoas sempre escrevem na etapa do amor consolidado e não no inicio do relacionamento.

Adoção é algo surpreendente um dia você recebe uma ligação e no outro você já é pai, não tem como comparar com aquela criança que esperou nove meses para nascer e que ao nascer os pais já a amam de forma plena, o amor com a criança adotada é diferente, é algo que Deus trata de forma calma e paciente, nasce como uma semente de uma planta, ela cresce de acordo com a dedicação, o convívio, paixão e encanto que se tem com as crianças, mas chega o momento em que o seu sentimento se torna tão intenso que não existe mais diferença.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Gosto muito dos livros do Dan Brown, a forma como seus livros prende o leitor do inicio ao fim e procuro me espelhar nele fazendo uma escrita clara e ritmada a fim de colocar o leitor em um ritmo acelerado de leitura até o final.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Essa foi a minha primeira experiência e não encontrei dificuldades para encontrar editoras dispostas a publicar o livro.

Como o processo de publicação é de parceria entre Editora e Escritor, tive propostas de vários tipos e valores, mas a maior dificuldade foi em definir com qual fechar o contrato, procurei pesquisar bastante sobre a Editora e tive um cuidado especial para não errar na escolha.

Depois que publiquei o meu primeiro livro tive a grata surpresa em ser selecionado para integrar o grupo de escritores para as antologias “Apocalipse” e “Meu Lado Serial Killer” da Rico Editora.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Há pouco tempo não me imaginava como escritor, mas confesso que fiquei assustado com o número de escritores e estou chegando à conclusão que escrever o livro foi à parte mais fácil de todo o processo, pois trabalhar para fazer uma divulgação correta e eficaz para atrair o leitor e a parte mais difícil, as pessoas ainda tem uma preferência pela literatura internacional, eu mesmo antes de começar a escrever preferia escritores internacionais, o que mudou totalmente minha visão após lançar o livro. Passei a me dedicar mais a ler e valorizar escritores nacionais, mas acredito que com o tempo a população ficará mais interessada também pela literatura nacional.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

O grande problema que vejo na qualidade dos livros são devido às diversas editoras que existem, algumas na verdade se passam por editoras, mas na verdade são apenas gráficas, com isso passa impressão de que não existe uma análise adequada daquele original e aceitam qualquer coisa. Até mesmo um original muito bem analisado corre o risco de não agradar o leitor, visto que cada pessoa tem uma análise pessoal do livro, imagina um em que a Editora não fez uma analise adequada do mesmo, fica fadado ao fracasso.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Entendo que é questão de cultura, tudo que é bom para mim tem que ser valorizado, nesse ponto não vejo preços elevados até porque o processo de fabricação de um livro é longo e possuem diversos fatores que geram custos para as editoras e soma-se a isso também os valores que são pagos de impostos e a situação atual do país, com um alto índice de desemprego e economia estagnada.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Sinceramente nunca pensei nisso, ficou muito feliz quando vejo alguém que através de sua luta e dedicação seja na criação e desenvolvimento de um livro ou na sua vida profissional consegue de forma honesta e justa vencer e atingir seus objetivos. Serve sempre de inspiração e lição para mim.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

Essa musica Trem Bala de Ana Vilela é impossível eu escutar e não se lembrar dos meus filhos e seria a trilha sonora ideal para o livro “Adoção, uma história de vida”.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

O menino que acreditava em milagres – John O’Leary

Esse livro é uma lição de vida, superação e força de vontade, nos faz refletir sobre nossas escolhas que fazemos durante nossa vida e das lições que podemos aprender com elas.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Tenho um original finalizado sobre Depressão, doença que é considerada a doença do século e se não tratada pode levar ao suicídio. O livro narra à história de um homem que desde criança era assombrado por pensamentos para tirar a própria vida, por mais que a vida lhe mostrasse bela e perfeita, esses pensamentos sempre fizeram parte da sua vida. O livro nos mostra também que o Amor de uma Mãe pelo seu filho pode ultrapassar quaisquer barreiras do tempo e é capaz de mostrar todas as belezas da vida.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

A verdade é que acompanho e sou muito a fim de ter minha obra analisada por algum deles, saber a opinião seja ela positiva ou negativa sobre minha obra é algo que vai me fazer crescer e desenvolver minha carreira como escritor.

Infelizmente alguns escritores só gostam quando suas obras são elogiadas, no momento em que recebem criticas, além de não aceitarem começam a denigrir e criticar a imagem de quem fez a analise.

Na minha vida aprendi que na maioria das vezes quem critica está buscando uma forma de ajudar e auxiliar, ao contrario de determinados elogios que servem apenas para satisfazer o ego do elogiado.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Tenho uma pessoa especial que sempre passo para ele ler primeiro, seja um original finalizado ou um conto para uma antologia que é o meu pai, mas se pudesse escolher um escritor com certeza seria o Dan Brown.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Minha maior alegria foi realizar o sonho de conseguir publicar um original que passei dias e dias escrevendo, imaginando e sonhando com ele.

Lembro que quando recebi e vi meu livro pela primeira vez, senti uma felicidade imensa que deu vontade de correr para o computador e começar a escrever outro original.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para aqueles que ainda não leram “Adoção, uma história de vida”, fica aqui o convite, você terão a oportunidade de ler um livro emocionante do inicio ao fim.

Para aqueles que estão começando os primeiros passos como escritores que possam se dedicar, busquem sempre realizar seus sonhos e objetivos e que nunca desistem, dificuldades sempre apareceram durante a jornada, mas sonhos foram feitos para serem conquistados com esforço e dedicação.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here