Sinopse: Não é um livro muito fácil de não ter uma opinião muito pessoal e objetiva. Ele está escrito com contos pequenos, em um diário encontrado de um falecido homem chamado Fédon. Todas as ilustrações que se encontra dento dele fazem parte de um conjunto maior de ideias facilmente intercaladas. É uma leitura simples e agradável para qualquer pessoa que queira passar por uma experiência estranhona e inovadora.

O livro, está escrito em um formato anacoluto. Sendo que em grande parte dos parágrafos, por serem bem escritos a tendência de voltar a rele-los é muito grande. A leitura é muito prazerosa e envolvente, pois tende a chamar a atenção para os sentimentos mais populares, no entanto, mais complexo de lidar. O livro não traz respostas nenhuma. Não abraça a tristeza, mas escuta as pessoas de forma a dar um pensamento a respeito de si mesma, e de como vive.

É um livro poético. É um livro emblemático. É um livro de filosofia de vida. Ele ensina que as pessoas tem que a todo momento se transformarem em algo que está além delas mesmas, porque há situações que não se pode suportar como somos. Então transformamos a nós mesmos e não a situação. Em outras palavras, é preciso substituir o coração por algo que foi feito para ser atingido por pancadas. É preciso que o coração seja uma bigorna.

O livro está disposto em uma forma de diário, onde o autor não fala do que passou diretamente. Ele apenas bola histórias com um enredo da qual se é possível explicar a situação da qual ele viveu, e como ele lidou com isso. O livro está em crônica escritas de maneira coerente com os outros textos na sequência. Pode ser lido de vários modos, no entanto, cada pessoa por ser diferente uma da outra, e por ter uma vida diferente, vai interpretar de sua maneira.

Mas o livro ouve a todos.

Resenha de: Stephanic Ferreira

Blog: Quase Mineira

Resenha disponibilizada pelo autor para efeito de divulgação. Todos os direitos do resenhista e blog mantidos.

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