Wellington L. Barbosa Jr.

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  1. Fale-nos um pouco de você.

Minha trajetória no interesse literário tem início nos games, com suas narrativas que me atraiam para jogar várias horas seguidas. Durante esse tempo também me apareceu o RPG de mesa que jogava com primos e amigos, onde a imaginação é uma fonte para esse tipo de jogo. Um pouco depois desse tempo tive contato também com livros baseados em fatos reais que me fizeram ter interesse pelo tema atual deste livro. Desde de criança também tive uma grande aproximação com todos os tipos de filmes devido ao grande interesse dos meus pais. Na adolescência, o interesse por civilizações antigas e mitologia me aproximaram das matérias de história. Mesmo tendo esse interesse, parti para a exatas na faculdade, me formando na especialidade de desenvolvimento de aplicativos e jogos. Foi necessário um tempo em prática do trabalho para eu ter a certeza de que essa não era minha praia. Eu gostava de ser o consumidor dessas mídias, mas não desenvolvedor. Então entrei no curso de psicologia, era minha segunda opção de curso e dentro da psicologia encontrei todos os meus interesses na abordagem de Carl Gustav Jung.

  1. O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Estou graduando em psicologia, sou especialista em Psicanálise e Psicologia Junguiana, atualmente cursando especialização em Mitologia Greco-Romana. Tenho formação no curso Sobre Contos de Fadas. Além disso, sou Pesquisador e Terapeuta em Fortaleza/Ce. Minha inspiração para a escrita veio através da leitura sobre mitos e psicologia, mas tem grande influência também através de filmes e alguns livros baseados em fatos reais.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Imaginação e criatividade. O melhor é viajar entre as letras através das ideias e do conhecimento que desejo passar ao leitor.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (Envie-nos uma foto)

Não tenho, qualquer lugar é possível para novas ideias, pois o local especial é na minha alma.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Aventura. Já sim e gostei.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

O livro traz personagens fictícios e dialoga com leitor para colocá-lo no mundo quase fictício, levando-o para dentro de uma história que poderia acontecer com ele ou com alguma pessoa próxima. O título está relacionado com esse “EU” de cada leitor. Os personagens não têm nomes para criar uma identificação, com exceção de um que é inspirado em fatos reais.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

A pesquisa aconteceu através de informações retiradas de livros e filmes do meu interesse. A maior parte da pesquisa foi através do complexo criativo.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Em termos psicológicos Freud e C.G.Jung; na literatura, Stephen King.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Ainda não.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Acredito que ainda deveria ter mais recursos públicos para proporcionar uma maior divulgação de novos escritores no cenário nacional.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Sempre haverá críticas e cada pessoa deve decidir o que é bom. Às vezes, o livro mais desesperador pode ser o melhor na opinião de um sujeito.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Não considero os valores elevados.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Em temos literários seria “A Torre Negra” do Stephen King.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da música + cantor)

The Devil In I, Slipknot.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Talvez, mas sempre penso assim quando leio algum livro muito bom.

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim, a ideia desse conto é que tenha continuações, mas com temas diferentes dentro do mesmo universo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Não, acho que a crítica pode ser interessante para construir melhorias nas obras.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

C.G.Jung .

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Acredito que seja quando o leitor absorve de verdade alguma coisa da obra do escritor para sua vida.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Imagine para criar

 

2 Comentários

  1. Obra muito interessante! Muito bom saber mais um pouco do escritor, acho muito válido essa entrevista até para entrarmos mais na história.Parabéns a todos envolvidos.

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